Quero deixar-vos este texto belíssimo da Isabel Moreira, que fui retirar ao blog Jugular. É algo que eu sinto profundamente, embora nunca conseguisse expressar desta forma. Gostava que lessem o texto na sua totalidade, mas deixo-vos apenas um pequeno excerto. espero que vos abra o apetite!
"Cada um tem ou teve a vida que lhe calha, mas há muita coisa que é retirada da força das memórias familiares. A família, quando é coesa, e para mais numerosa, faz da nossa infância um “lugar”, uma ilha de afectos sem diferenças. Não se sente qualquer prisão, e ainda bem que não, uma criança nasce a escutar, só mais tarde lhe dá para ditar, e quando percorre os primeiros passos, se tem a sorte de encontrar todos os dias um colo, um beijo, a sua estrutura, essa ilha, o seu lugar onde não há divergências nem lutas, pensa que a vida será sempre assim, pelo menos com aquela gente, que funciona como uma extensão do seu corpo.
É quase religioso: na verdade, as palavras “mãe”, “pai”, irmão”, “irmã”, “primos”, “tios”, “avós”, estão carregadas não só de sangue, como de uma cultura cristã, não só de amor como de obediência, de temor reverencial e de tipos de exemplo a seguir.
Na infância, vive-se a olhar o mundo a partir de uma varanda, de costas voltadas para a nossa casa, e as diferenças, os problemas, os pecados, as mentiras, as desilusões, as promiscuidades vêm-se lá em baixo, na rua, fora da nossa família.
Há um dia em que nos viramos de costas e descobrimos que a rua lá em baixo também é habitada pelas pessoas da nossa casa. A nossa família não é perfeita, e nesse dia começamos a crescer e descobrimos, também, que crescer dói.
Crescer é como amar, dói, ou não seria crescer."
domingo, 11 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
Ó Gente da Minha Terra (5)
Já há algum tempo que não coloco nenhum "Gente da minha Terra". Pensei em escrever quando entrei no comboio e liguei o PC. perguntei ao Igor sobre quem deveria escrever, ele disse que eu é que tinha que decidir, passado uns minutos ele adormeceu e agora escrevo este "Gente da minha Terra" para ele.
Fazemos mais uma viagem para mais uma luta. Tantas batalhas que ele já travou e não sabemos mas quantas ainda terá que travar. Sabemos apenas uma coisa, quem será o vencedor final.
quem me conhece sabe que não amadureço aquilo que vou escrever. Decido na hora. Este é mais um caso, mas neste caso é bem mais fácil, uma vez que, há tanta coisa para dizer.
Poderia começar pela nossa infância, os nossos sofrimentos, as nossas angústias, as nossas alegrias, as nossas lutas de wrestling em cima da cama ddos pais e os gritos da mãe a ralhar, as futeboladas na Fanca até de noite, as noites de Verão e as saídas às sextas feiras até à meia noite que nos faziam acreditar que já seríamos respeitados com apenas 10 anos.
podia falar de quando parti os matraquilhos da nossa infância porque ganhavas sempre, de quando te perdeste no estádio da Luz com apenas quatro anos ou dos olhares cúmplices acompanhados de silêncio que faziam o outro entender o que se devia ou não ocultar dos pais.
Podia falar da nossa juventude e da nossa maioridade, podia falar de quando te perguntei se me deveria ou não candidatar e que me respondeste que na minha posição não o fazia, mas que me irias apoiar qualquer que fosse a posição que eu tomasse, podia falar de quereres estar ali presente na secção de voto até saber os resultados eleitorais, quando toda a gente previa que a minha candidaturea fosse esmagada e vos pedi que ficassem em casa para não assistirem à minha humilhação pública no momento dos resultados. Tu não. Ficaste ali para o que desse e viesse. Estiveste sempre lá. podia falar de tanta e tanta coisa, mas não falo de nada. Sabes porquê? Porque não há palavras, frases, teextos que possam mostrar aquilo que vales. sofremos muito juntos, mas não queria outro irmão que não o Igor! continuas a dormir. Não te direi que escrevi isto, serás tu a descobrir, provavelmente quando já estiveres deitado numa cama de hospital a lutar. Sempre na luta!
Amo-te com todas as minhas forças!
Fazemos mais uma viagem para mais uma luta. Tantas batalhas que ele já travou e não sabemos mas quantas ainda terá que travar. Sabemos apenas uma coisa, quem será o vencedor final.
quem me conhece sabe que não amadureço aquilo que vou escrever. Decido na hora. Este é mais um caso, mas neste caso é bem mais fácil, uma vez que, há tanta coisa para dizer.
Poderia começar pela nossa infância, os nossos sofrimentos, as nossas angústias, as nossas alegrias, as nossas lutas de wrestling em cima da cama ddos pais e os gritos da mãe a ralhar, as futeboladas na Fanca até de noite, as noites de Verão e as saídas às sextas feiras até à meia noite que nos faziam acreditar que já seríamos respeitados com apenas 10 anos.
podia falar de quando parti os matraquilhos da nossa infância porque ganhavas sempre, de quando te perdeste no estádio da Luz com apenas quatro anos ou dos olhares cúmplices acompanhados de silêncio que faziam o outro entender o que se devia ou não ocultar dos pais.
Podia falar da nossa juventude e da nossa maioridade, podia falar de quando te perguntei se me deveria ou não candidatar e que me respondeste que na minha posição não o fazia, mas que me irias apoiar qualquer que fosse a posição que eu tomasse, podia falar de quereres estar ali presente na secção de voto até saber os resultados eleitorais, quando toda a gente previa que a minha candidaturea fosse esmagada e vos pedi que ficassem em casa para não assistirem à minha humilhação pública no momento dos resultados. Tu não. Ficaste ali para o que desse e viesse. Estiveste sempre lá. podia falar de tanta e tanta coisa, mas não falo de nada. Sabes porquê? Porque não há palavras, frases, teextos que possam mostrar aquilo que vales. sofremos muito juntos, mas não queria outro irmão que não o Igor! continuas a dormir. Não te direi que escrevi isto, serás tu a descobrir, provavelmente quando já estiveres deitado numa cama de hospital a lutar. Sempre na luta!
Amo-te com todas as minhas forças!
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Esquerda Vs Direita
Gostava muito do falecido professor Jorge Ferreira, sobretudo das discussões ideológicas que tinha com ele. Lembro-me da mais agressiva. O Sol ou o Expresso, não me recordo bem, tinha publicado que o Governo português ia dar casas a ex - reclusos com o objectivo de facilitar a reintegração na sociedade. Ambos radicalizámos as nossas posições e até me senti um membro do Bloco de Esquerda naquela discussão. Mas neste exemplo podemos perceber facilmente as diferenças entre ser de Esquerda ou de Direita.
Não é um tema fácil e não se pode ter uma visão maniqueísta da questão, nós, os de Esquerda, os bons e os de Direita, os maus. Depende muito da nossa educação e da nossa forma de estar na vida . há os que defendem a Segurança acima de tudo, os de Direita, e há os que põe a liberdade no topo dos seus valores, os de Esquerda. logo é fácil perceber que é o CDS a defender mais polícias para as ruas e que é a extrema Esquerda a querer abolir as câmaras de vigilâncias nas ruas das cidades. Mas é mais que isto. Politicamente a questão Esquerda/Direita centra-se muito no papel que o estado deve ter na sociedade, um Estado providência, um Estado social ou um Estado liberal.
Eu considero que se queremos uma sociedade mais justa temos que ter um Estado Social forte. Temos que dar as mesmas oportunidades a uma criança que seja filha de um casal com poucos rendimentos, para que esta possa competir no futuro com uma criança que tenha nascido no seio de uma família abastada. Temos que lhes garantir educação, saúde, apoiar a sua educação no ensino superior através de bolsas, apoiar as famílias que fazem esforços enormes para poderem poderem dar a melhor educação possível aos seus filhos. porque os ricos podem andar em escolas particulares e ter os melhores explicadores, mas os pobres não e uma sociedade justa é aquela que permite o mesmo futuro a quem vem da Brandoa ou a quem vem da Lapa.
Os temas fracturantes. quem os apoia? A Esquerda, claro. A esquerda apoia a IVG, o casamento gay, a eutanásia, porque defende sobretudo a felicidade individual de cada um e que cada um é responsável pela sua vida, desde que não coloque em causa os outros. E eu sou de esquerda por isto tudo. Muito mais poderia escrever, mas gostava de abrir um debate sobre isto e que vocês pudessem trazer os vossos pontos de vista. Gostava muito. Hoje começou Abril, o mês da Liberdade!
Não é um tema fácil e não se pode ter uma visão maniqueísta da questão, nós, os de Esquerda, os bons e os de Direita, os maus. Depende muito da nossa educação e da nossa forma de estar na vida . há os que defendem a Segurança acima de tudo, os de Direita, e há os que põe a liberdade no topo dos seus valores, os de Esquerda. logo é fácil perceber que é o CDS a defender mais polícias para as ruas e que é a extrema Esquerda a querer abolir as câmaras de vigilâncias nas ruas das cidades. Mas é mais que isto. Politicamente a questão Esquerda/Direita centra-se muito no papel que o estado deve ter na sociedade, um Estado providência, um Estado social ou um Estado liberal.
Eu considero que se queremos uma sociedade mais justa temos que ter um Estado Social forte. Temos que dar as mesmas oportunidades a uma criança que seja filha de um casal com poucos rendimentos, para que esta possa competir no futuro com uma criança que tenha nascido no seio de uma família abastada. Temos que lhes garantir educação, saúde, apoiar a sua educação no ensino superior através de bolsas, apoiar as famílias que fazem esforços enormes para poderem poderem dar a melhor educação possível aos seus filhos. porque os ricos podem andar em escolas particulares e ter os melhores explicadores, mas os pobres não e uma sociedade justa é aquela que permite o mesmo futuro a quem vem da Brandoa ou a quem vem da Lapa.
Os temas fracturantes. quem os apoia? A Esquerda, claro. A esquerda apoia a IVG, o casamento gay, a eutanásia, porque defende sobretudo a felicidade individual de cada um e que cada um é responsável pela sua vida, desde que não coloque em causa os outros. E eu sou de esquerda por isto tudo. Muito mais poderia escrever, mas gostava de abrir um debate sobre isto e que vocês pudessem trazer os vossos pontos de vista. Gostava muito. Hoje começou Abril, o mês da Liberdade!
quarta-feira, 31 de março de 2010
Tá complicado!
Ontem comecei uma reflexão sobre as diferenças entre a Esquerda e a Direita. Hoje iniciei um texto sobre o poder das redes sociais na sociedade. Mas não consigo acabar nenhum. A minha capacidade de raciocínio está em baixo. Ver se hoje ainda me sai qualquer coisa, não desistam de passar por cá!
segunda-feira, 29 de março de 2010
A Igreja e a pedofilia..
Quem me conhece sabe que sou Católico praticante, embora neste momento a minha convicção esteja um pouco abalada, pelas mais variadas razões.
Respeito a instituição pelo seu papel preponderante na sociedade, nomeadamente no apoio às mais variadas causas sociais. A Igreja tem também muitos podres, sempre os teve e continuará a ter. O anterior Papa, João Paulo II, pediu desculpas por vários erros que a Igreja cometeu, Bento XVI voltou a pedir desculpa recentemente, pelos actos pedófilos cometidos no seio da Igreja.
Li em qualquer lado (queria mostrar o link, mas não me recordo onde foi que li) que Bento XVI conhecia alguns casos de pedofilia dentro da Igreja Católica, mas que teve sempre como maior preocupação abafar o escândalo do que denunciar os criminosos. É o que acontece regularmente.
Como nos recorda o jornalista Ferreira Fernandes, quando o padre Fredrico foi condenado por abuso de menores, a Igreja pela voz do Bispo do Funchal comparou a condenação à "perseguição que fizeram a Cristo".
A Igreja ou começa a dar o exemplo e a denunciar todos os casos que conhece de pedofilia, ou então tem que deixar de lado os seus discursos moralistas sobre o erro e o pecado de lado. Eu quero acreditar que não sejam muitos os padres pedófilos, mas enquanto eles andarem por aí, serão as crianças a sofrerem.
A Igreja devia pensar nisto. Penso.
Respeito a instituição pelo seu papel preponderante na sociedade, nomeadamente no apoio às mais variadas causas sociais. A Igreja tem também muitos podres, sempre os teve e continuará a ter. O anterior Papa, João Paulo II, pediu desculpas por vários erros que a Igreja cometeu, Bento XVI voltou a pedir desculpa recentemente, pelos actos pedófilos cometidos no seio da Igreja.
Li em qualquer lado (queria mostrar o link, mas não me recordo onde foi que li) que Bento XVI conhecia alguns casos de pedofilia dentro da Igreja Católica, mas que teve sempre como maior preocupação abafar o escândalo do que denunciar os criminosos. É o que acontece regularmente.
Como nos recorda o jornalista Ferreira Fernandes, quando o padre Fredrico foi condenado por abuso de menores, a Igreja pela voz do Bispo do Funchal comparou a condenação à "perseguição que fizeram a Cristo".
A Igreja ou começa a dar o exemplo e a denunciar todos os casos que conhece de pedofilia, ou então tem que deixar de lado os seus discursos moralistas sobre o erro e o pecado de lado. Eu quero acreditar que não sejam muitos os padres pedófilos, mas enquanto eles andarem por aí, serão as crianças a sofrerem.
A Igreja devia pensar nisto. Penso.
sexta-feira, 26 de março de 2010
Os transportes públicos!
Penso que é nos transportes públicos que está a génese de um país. Um autocarro da Carris ou um metropolitano não são mais que um "Melting Pot". Uma mistura de gente, de raças, de culturas. Ali está o mais rico e o mais pobre, o médico e o varredor do lixo. Misturam-se cores e cheiros e estilos e tudo o que cabe numa sociedade.
Nos últimos tempos tenho andado muito de autocarro, podia utilizar o metro, mas prefiro o bus, por uma única razão, as pessoas são mais próximas. No metro é muito raro uma pessoa falar com a vizinha do lado, no autocarro não. E como costumo utilizar sempre à mesma hora, às 9h30 e às 22h00, as pessoas são muitas vezes as mesmas e consegue manter-se uma relação de afectividade.
Todos os dias entra comigo o senhor das calças azuis, a senhora loura com os olhos muito pintados, a rapariga de leste que é muito bonita e a rapariga negra que sai sempre comigo às 22h30 na estação terminal do 26 e a quem já digo sempre boa noite quando ela vai para uma rua diferente da minha.
Isto tudo faz-me lembrar esta música linda da DEolinda.
Nos últimos tempos tenho andado muito de autocarro, podia utilizar o metro, mas prefiro o bus, por uma única razão, as pessoas são mais próximas. No metro é muito raro uma pessoa falar com a vizinha do lado, no autocarro não. E como costumo utilizar sempre à mesma hora, às 9h30 e às 22h00, as pessoas são muitas vezes as mesmas e consegue manter-se uma relação de afectividade.
Todos os dias entra comigo o senhor das calças azuis, a senhora loura com os olhos muito pintados, a rapariga de leste que é muito bonita e a rapariga negra que sai sempre comigo às 22h30 na estação terminal do 26 e a quem já digo sempre boa noite quando ela vai para uma rua diferente da minha.
Isto tudo faz-me lembrar esta música linda da DEolinda.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Os portistas deviam ter vergonha
principalmente aqueles que gostam do futebol, daquilo que o futebol tem de realmente bom, quem aprecia a entrega do David Luiz, a classe do Messi, a capacidade de finalização do Eto, mas especialmente o espectáculo, a festa.
os portistas deviam ter vergonha de ter um capitão que não respeita as mais elementares regras de fair-play desportivo, que não sabe perder, que procura de todas as formas magoar os seus adversários quando as coisas não correm bem.
Eu como português tenho muita vergonha de ser representado num mundial por este jogador. Não é digno de estar no futebol.
Não consigo compreender como é que ele não foi expulso, quer dizer, até compreendo, o árbitro foi membro dos Super Dragões, isto explica muito, ou tudo.
os portistas deviam ter vergonha de ter um capitão que não respeita as mais elementares regras de fair-play desportivo, que não sabe perder, que procura de todas as formas magoar os seus adversários quando as coisas não correm bem.
Eu como português tenho muita vergonha de ser representado num mundial por este jogador. Não é digno de estar no futebol.
Não consigo compreender como é que ele não foi expulso, quer dizer, até compreendo, o árbitro foi membro dos Super Dragões, isto explica muito, ou tudo.
sexta-feira, 19 de março de 2010
O teu dia!
Nunca te olhei como um herói, ao contrário da normalidade dos miúdos. Nunca fomos os melhores amigos, nunca te preocupaste muito com os problemas típicos da juventude de um rapaz, nem nunca me ajudaste a fazer a barba.
Temos formas completamente diferentes de estar na vida. Separam-nos 26 anos, culturas, mentalidades e objectivos.
Não somos próximos. Respeitamo-nos e valorizamo-nos mutuamente. Dás demasiada importância ao dinheiro, deixando de lado a expressão física dos afectos. Demonstras o teu amor no suor do trabalho, na chuva e no calor que apanhas. Dizes que trabalhas só por nossa causa, acredito que seja, mas não gosto que o digas.
Gostava que fosses diferente, mas claro que gosto de ti assim. Sofro quando sofres, alegro-me com as tuas conquistas. És meu pai, mas isso não me obrigaria a gostar de ti. Mas admiro-te, claro que admiro, porque és um vencedor na tua forma de estar na vida, apesar de não ser a minha preferida!
Temos formas completamente diferentes de estar na vida. Separam-nos 26 anos, culturas, mentalidades e objectivos.
Não somos próximos. Respeitamo-nos e valorizamo-nos mutuamente. Dás demasiada importância ao dinheiro, deixando de lado a expressão física dos afectos. Demonstras o teu amor no suor do trabalho, na chuva e no calor que apanhas. Dizes que trabalhas só por nossa causa, acredito que seja, mas não gosto que o digas.
Gostava que fosses diferente, mas claro que gosto de ti assim. Sofro quando sofres, alegro-me com as tuas conquistas. És meu pai, mas isso não me obrigaria a gostar de ti. Mas admiro-te, claro que admiro, porque és um vencedor na tua forma de estar na vida, apesar de não ser a minha preferida!
quinta-feira, 18 de março de 2010
Foi só mais um!
Chamava-se Nuno Rodrigues, tinha 30 anos e morava em Chelas. Foi assassinado pela PSP na noite de Segunda para Terça, uma vez que, não obedeceu a uma ordem de paragem da polícia, seguindo-se uma perseguição nas ruas da capital que acabou com um disparo mortal sobre o condutor. Nuno rodrigues era o rapper Mc Snake e deixa uma filha de dois anos. Devia ter obedecido à polícia e deveria ter parado, não o fez, mas isto não é o Faroeste e uma desobediência à PSP não deve ser penalizada com a pena de morte. Tenho a certeza que a PSP poderia imobilizar o carro de outra forma e que não havia razões para se matar um criminoso. Foi só mais um!
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