sexta-feira, 30 de setembro de 2011

muitas felicidades, joão

não me posso queixar da minha infância. tive sempre bons amigos. brincávamos muito, às mais variadas brincadeiras, sempre até ao anoitecer. eram bons momentos. isto era mais durante a semana. ao fim-de-semana o programa costumava ser diferente, nomeadamente ao sábado, onde eu e o meu irmão costumávamos ir para a casa dos meus primos, joão e pedro. sempre foram os primos mais chegados, os que viviam perto de mim, aqueles com os quais tinha uma ligação mais próxima. nesta fase as nossas idades rodavam entre os 6 e os 10 anos e não passávamos de umas crianças que se queriam divertir. hoje, passados quase 20 anos é bom olhar para trás, recordar tudo o que passámos e o que vivemos juntos.
o joão, aquele rapaz que adorava ir aos pássaros de pressão de ar (a tua vertente ecologista surgiu bem depois), que era o rapaz responsável, com quem jogava elifoot, o rapaz que me ensinou a jogar ping-pong, modalidade na qual me tornei várias vezes campeão a nível escolar, o rapaz que foi numa tarde de calor, no autocarro da rodoviária, comigo e com o meu irmão comprar a nossa primeira consola, uma mega drive, o rapaz que vinha almoçar todos os dias de verão a minha casa e aqui deixava o pedro, para poder ir namorar e divertir-se à vontade com os amigos, o rapaz que me acompanhava nos almoços de sábado no feijão frade com atum e o sumo de laranja natural (o da minha tia é único, acreditem) até rebentarmos de tanto comer, o rapaz que depois de um pequeno acidente, numa noite de inverno, veio chorar aqui para casa, o grande defesa esquerdo da adm, entre muitas outras coisas que aqui poderia referir, enfim, esse rapaz vai casar amanhã e quero desejar-lhe as maiores felicidades. é um passo importante na sua vida e amanhã, por mais contrariedades que possam surgir, lá estarei para lhe dar um abraço, um grande abraço. os anos passarão, mas estaremos sempre aqui, como família para nos apoiarmos uns aos outros. as maiores felicidades joão e ana.




p.s. nesta altura, a que foi referida neste texto, esta era uma das tuas bandas predilectas. espero não estar enganado..

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

dúvidas..

nunca me disseram que a vida seriam só facilidades. nunca me disseram que nunca teria problemas, nem preocupações. nunca ouvi dizer que podemos fazer apenas aquilo que nos satisfaz. sim, muitas vezes temos que aguentar o que não queremos e aprender a lidar com isso. e quando isso nos destrói, temos que continuar a suportar o sofrimento de nos sentirmos sufocados? desistir ou abandonar é um sinal das nossas fraquezas?

como a música do jorge palma, eu ando a tentar inventar alguma paz interior.

sábado, 10 de setembro de 2011

as bandas sonoras dos líderes socialistas..

a moda das bandas sonoras no partido socialista começou com antónio guterres, que escolheu a música conquest of paradis dos vangelis



sócrates mudou de banda sonora. escolheu o main theme, música que fez parte do filme o gladiador.



antónio josé seguro apresentou, ontem, a música que o vai acompanhar nesta caminhada enquanto líder socialista.



qual a sua preferida?

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

a escola IPO

entre a praça de espanha e sete rios há um mundo desconhecido para muitos. daqueles sítios controversos. onde as situações mais complicadas da natureza humana, o tornam num sítio mágico. é completamente perceptível os que dizem não conseguir por lá passar, mas digo-lhes, que as vitórias mais duras são as mais belas e todos nós podemos contribuir para a vitória de alguém, naquele local.

entre árvores enormes, prédios altos, parques de estacionamento, há pessoas, muitas pessoas. carros, ambulâncias vindas de muitos locais, com gente dentro, gente que mal consegue andar, que amparados por bombeiros, voluntários ou familiares dão passos curtos, à força, em busca de uma hipótese, de uma chance, que a vida lhe quer negar. pessoas deformadas, pálidas, cansadas, tristes, sozinhas, magríssimas, onde só a pele segura os ossos. pessoas com uma dignidade arrepiante, pessoas que me esmagam nesta batalha que travam. apetece-me abraçá-los, dar-lhes a saúde, que julgo ter, apetece-me levar tanta gente para casa, aprender com eles o quão bom é viver, aprender como se luta com tamanha adversidade, porque eu, um sortudo, não sei faço ideia do que isso é. gente débil, fraca, pessoas que me enchem de vergonha por ser apenas eu.
a família. os que empurram a cadeira de rodas, os que acompanham o doente na consulta, que vão buscar a sandes e o sumo ao doente, mas que nunca lhes apetece degustar. a família que assoa, que ampara, que se revolta, que chora no canto escondido para ninguém ver, que coloca a cabeça sobre os joelhos para tentar esconder o sofrimento, a revolta de não poder fazer nada perante um inimigo tão temível. a família que mais que consoladora é consolada pela coragem de gente ímpar.
profissionais. médicos, enfermeiros, analistas, técnicos, auxiliares, senhoras da limpeza. dedicação. amor. respeito. coragem. companheiros de luta. o "estar aqui ao teu lado". fazer da tua luta, a minha luta. o sorriso garantido. a piada fácil, mas desconcertante.
ali, naquele local distante, pode-se privar com a natureza humana no seu estado mais puro. pode ser o estado mais débil, mas o mais verdadeiro, o mais glorioso, aquele que encarnamos quando sentimos que podemos estar a chegar ao fim da linha. aqueles estado em que percebemos o que realmente interessa, o que nos faz falta, o que nos move e o estado em que tomamos consciência daquilo que não aproveitámos.
levem-me às cavalitas. vocês são tão fortes.





terça-feira, 23 de agosto de 2011

pode-se servir a deus e ao diabo?

a blogosfera portuguesa está a ferro e fogo, com a nomeação de um tal de antónio figueira para assessor do ministro miguel relvas. não conheço o percurso de antónio figueira, não faço a mínima ideia do seu profissionalismo ou a falta dele, conheço apenas aquilo que ele defendeu publicamente, nos textos que escrevia no blog, conotado com a extrema-esquerda, o 5 dias. não me repugna o convite, repugna-me, isso sim, que antónio figueira o tenha aceitado. isto de querer servir a deus e ao diabo tem muito que se diga. figueira escreve num blog de esquerdistas radicais, que estão contra o sistema e defendem a revolução através da violência, assim como aconteceu em inglaterra, mas depois vai servir o próprio sistema. perderam-se os valores e a coerência, fica para memória futura aquilo de que todos desconfiávamos, a forte ligação da extrema-esquerda com a direita portuguesa, o seu maior aliado.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

que futuro será o nosso?

o mundo está a desabar a olhos vistos. a cada dia que passa podemos verificar que ao nosso lado há cada vez mais desempregados, sejam amigos ou familiares, com imensas dificuldades em arranjar uma ocupação. percebemos que as pessoas vivem cada vez pior, com menos meios, menos dinheiro e a pobreza invade a classe média, que se vê sem soluções, sem um rumo para a sua vida. já se viveu bem em portugal, os nossos governantes já tiveram muito dinheiro para distribuir, que dava para tudo e mais alguma coisa. mas o mundo mudou e os líderes não conseguiram dar resposta a estas mudanças. pensámos que sempre viveríamos em prosperidade e entrámos num forte ciclo de endividamento que nos levou à actual situação. agora todos nos mandam poupar, cortar e investir para ser uma medida errada neste momento.
vários países europeus já tiveram que recorrer à ajuda externa e continuam a pagar juros insustentáveis a médio e longo prazo, mas continuamos a seguir as mesmas regras, os mesmos desígnios. cortes, reduções e aumento de impostos.
e as pessoas? sim, e as pessoas? onde é que ficam no meio disto tudo?
os problemas destes países, mais do que a sua dívida é a ausência de crescimento económico. sem crescimento nunca sairemos desta situação aterradora, desta bola de neve, de mais falências, mais desemprego, mais pobreza. e o problema da falta de crescimento não se resolve com cortes, resolve-se com poder de compra e investimento. é simples, mas vamos continuar a ignorar.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

o fim do moody's

a moody's decidiu cortar o rating da república portuguesa para Ba2, ao nível do lixo, ou seja, para esta agência financeira investir em portugal não é aconselhável. isto tudo, um dia antes de portugal voltar aos mercados.
os juros das obrigações portuguesas dispararam, as empresas cotadas em bolsa estão em forte queda, isto tudo devido a uma posição, tomada por uma agência de notação financeira norte-americana. tenho um amigo (pfg) que apelidou de "terrorismo" esta tomada de posição da moody's. concordo. tudo isto não passa da mais pura especulação, com o objectivo de destruir as economias europeias. quem anda a ganhar com isto? quem tem lucros fabulosos à custa deste circo em torno das economias europeias? não sei, mas é necessário que se tomem medidas sérias em torno destas matérias.
o que me causa algum espanto são as virgens ofendidas que agora se espantam com aquilo que se está a passar, que acham indigno que se trate a economia portuguesa como lixo. pois é. também o acho, acho isto ridículo e sem justificação, mas assim como o achava antes do dia 5 de junho. ou o mundo da especulação só começou agora? ou em que mundo viviam?
com sócrates pagávamos os juros das obrigações a 7 ou 8% e havia abertura de telejornais, os comentadores lá estavam presentes, sem dó nem piedade, a culpar sócrates pelo que se estava a suceder. sabem hoje os juros estão em quanto?? o dobro. sim, o dobro. o mundo não mudou desde o dia 5 de junho, nós é que nos queríamos abstrair da realidade. quando acordamos para ela, o choque nunca é fácil.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

grécia nossa!

o parlamento grego aprovou com 154 votos a favor, dos 298 deputados presentes, um novo plano de austeridade, com medidas bastantes exigentes. todos, mas mesmo todos, os europeus têm que ficar satisfeitos com esta notícia. o desmoronar da grécia, que ainda está longe de ser evitado, teria consequências nefastas para portugal e poderia ser o princípio do fim do projecto europeu. a situação é dura, compreendo que os gregos estejam cansados e percebo aqueles que acham que a solução poderia ser tomada por outra via, como é o caso de mário soares. esta é aquela que os actuais líderes europeus decidiram seguir, que se faça o caminho. as notícias começam a ser positivas.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

nunca acabes..

como já referi neste espaço, eu adoro transportes públicos. gosto de espaços onde tudo e todos podem estar presentes, como num simples livro, por exemplo. quando viajo de metro, o que acontece frequentemente, e quando passo na estação do saldanha, o que também acontece frequentemente, não fico a olhar para a porta mais próxima, a ver quem entra e sai, como é normal acontecer nas outras estações, mas fixo-me nas paredes do metro, nas frases que elas ostentam. há uma que gosto especialmente: "as pessoas que mais admiro são aquelas que nunca acabam". esta frase, que nos foi legada por almada negreiros, reflecte tudo aquilo que eu penso sobre os outros, aqueles de quem gosto. gente imprevisível, surpreendente, irreverente, pessoas que têm sempre mais um sorriso, mais uma expressão, pessoas que sabem o valor do bem e do amor, da loucura e da boémia, pessoas grandes, que sabem ser anjos e diabos, consoante as situações.

terça-feira, 21 de junho de 2011

COELHOS DA PÁSCOA...

Paula Teixeira da Cruz, ex-mulher do presidente do Millennium BCP (vulgo banco dos ricos) Paulo Teixeira Pinto, afirma-se como uma das novas superministras indigitadas pelo correctíssimo e fidelíssimo Chefe Cavaco Silva, cuja baba lhe cai do queixo em tropel, fazendo olhos tilintantes à nova mestre da (in)Justiça, relembrando os tempos em que, apesar de feio que nem um camelo do Saara, ainda atraía atenções de mulheres analfabetas e outras mais jeitosas que os anos rosa do seu primeiro-ministério lhe achavam, e cujos atributos físicos são cobiçosa e secretamente invejados pela rainha das causas e sua esposa de aparências. Arrebanhou todo um rol de papéis enfiados à força numa secretária com o aspecto de quem acumula orgulhosamente participações estatais e académicas de franca importância para o Conselho Superior da Magistratura e Câmara de Lisboa, e não perdeu tempo a dizer o "sim" ao seu novo querubim Troca-o-Passo, cujo discurso foi hoje deveras iluminador. Armado em coelho da Páscoa, exalta as nobres qualidades da já velha socialite do PSD, e as suas sátiras jocosas sobre as figuras do Executivo torpemente atirado ao ar e cuja reputação se determinou a ajudar a sanar, confiando-lhe aquilo a que muitos já não vêem como sendo uma ordem social, a Justiça. A dedicação com que surge neste pódio será certamente suplantado pelo fulgor glamouroso de suceder ao afilhado, como vice-presidente do partido laranja, caso lhe encomendem demasiados ralhetes que ficam mal no jornal Sol e outros tantos, para lhe refrear a cabeça quente pelas ideias novas, assombradas pelo totalitarismo dantesco nele desperto e que as nossas pedras das calçadas não esquecerão facilmente. Se ela ama, não é à Pátria, mas sim à segregação em todos os níveis, da qual será o engenhoso cérebro: brilhantemente engendradas pela cacofonia de desesperados pelo assento mágico e de aspecto austero do hemiciclo, estão já distribuídas as mais diversas campanhas anti-liberais e anti-socialistas pelos seus arquitectos da Direita moderna. Os gays e lésbicas deste País (segundo o Correio da Manhã e o Público, pelo menos um milhão e meio, à solta e no armário, cuja mente o tempo entorpece e a língua desacredita - só 15% da população?! admira-me que o INE não saiba da missa a metade, eles que tudo sabem...) vão passar a ser hereges declarados, sanções de índole inquisitória e arquétipos conservadores cuspidos serão mascarados pelo falso altruísmo desta culta senhora, bem ao estilo da Igreja Católica Apostólica Romana (e da portuguesa, salvo seja), as minorias religiosas vão ser exploradas, e os criminosos de colarinho branco, como o compadre Ângelo Correia, permitem-se continuar a ir ao sábado de manhã dissimulados em pólos da Zara e calçanitos de linho fazer compras ao Colombo ou ao Saldanha. Os desfavorecidos amontoar-se-ão à porta do Ministério que tutela os tribunais de forma alarmante, e os processos a favor dos réus ao invés dos lesados (ai a canção da Desgraçadinha!) passarão a ser executados de uma maneira quase vertiginosa e pidesca, misturando porcos com cigarras, sequóias com nenúfares, chocolates com pudins.
Tanto que promete... e tão pouco há-de cumprir. Siga o exemplo dos Julgados de Paz. Levam em média 60 dias para dirimir conflitos de interesses, desde a entrada do requerimento da acção nos assentos daqueles muito modernos complexos que cabem em prédios de habitação, até ao momento em que o juíz de paz brande o martelo e condena implacavelmente os demandados sem se compadecer com "habeas corpus" articulados por cima do joelho, se estes tentarem engrossar a sua podridão ao recusar uma mediação que se pode sempre afigurar pacífica, fora o "high-spirit" de alguns portugueses com tiques marcelistas com o propósito enriquecedor de achincalhar. Não falemos de tiques, se calhar, não é boa ideia, visto que enrolar o cabelo e arrasar as empregadas dos cafés da Liberdade são o passatempo preferido da pobre mestre, e ela assim, além de acumular ordenado de ministra com funções executivas em órgãos nacionais e europeus de gestão e outros negócios obscuros (de mau grão nunca bom pão, lembrai-vos, leitores), exige ainda uma choruda avença por publicarem aspectos da sua existência infecta, sob pena de ir fazer queixinhas ao lacaio dos Assuntos Parlamentares para inibir constitucionalmente o direito à informação nessas vertentes, apressadamente promulgado pelo avô cantigas do Palácio de Belém, guardado por aquelas pobres cavalgaduras, de corpos robustos e trabalhados quase a escopro e a cinzel, e cornos habilmente pendurados sobre a cabeça que está farta de comunicar ao resto do corpo se já não ganhou varizes e caruncho de tanta hora que naquela soleira fica plantado. Eu é que devia ser chamado a gerir a pasta da Justiça. Despachava funcionários incapazes e imbecis, corria com os cães e a canalha, fanfarrões e malandros, abria um mega-concurso público no território nacional de cem mil pessoas para trabalhar nos tribunais, no magistério e nos órgãos consultivos e policiais, a par com o MAI, e assim as instâncias percorriam-se com a rapidez de uma flecha; às escadarias dos palcos da tribuna, infelizmente, não se lhes conhece mais do que a amizade com os caracóis, petisco muito apreciado pelos habilidosamente qualificados para muito pouco ou nada fazer. A seguir, se o Professor Álvaro me pedisse para opinar, diria para enfiar o seu nariz descomunalmente grande na sua pasta e que, se quisesse ajuda, pensasse em aumentar as exportações, criando fábricas, empregos e subindo os salários mínimos via DR, que afinal, continua a ser o único ainda de respeito pela sociedade. Já não haveria móbil de queixas para isso, nem falta de competitividade, concorrência, usufruto socioeconómico, emprego, poder de compra e milhentos outros parâmetros que fazem hoje pelo mau aspecto delícias e água na boca de miúdos e graúdos, sem sentido de Estado ou cidadania.
Ah, voltando ao que estava aqui a magicar... não se esquecem da declaração de guerra à comunidade cigana, nem da expulsão dos judeus de volta ao Monte Sinai, decerto. Mas eu sou português, acontece aos melhores e, portanto, posso celebrar o Yom Kippur com a efusividade que quiser, ou organizar o mais barulhento Hanukkah de sempre... e fá-lo-ei (adoro quando me sai este sorrisinho melífluo misturado com ódiozinho de estimação pelos lábios fora), quando os ovos da Páscoa se escaqueirarem no chão pelo fim de 2011, visto que o coelho desertou e deixou portas a bater, num escândalo de iliteracia, corrupção descarada, despotismo, despesismo, atraso mental e civilizacional, e gestão danosa; uma receita perfeita mas recheada de veneno para quem projectou a orelha na direcção da melodia encantadora do recém-chegado inquilino a São Bento. O pior é que leva para aí seis meses a cozer.

PS - Doutora Paula, quantos kits de maquilhagem oferece à AR? É que para aquelas cinco mulheres de grandes tomates chegava um, e sobejava :) Mas se quiser sempre pode elaborar um despacho que contemple a pena de prisão de 30 dias e coima entre 50-500 euros às suas malditas secretárias de Estado e escrivãos febris e caquécticos que depositarem a lancheira no Ministério, atrevendo-se a picar ponto sem um quilograma de pó compacto na cara... só custa 8,90€ na Sephora do Vasco da Gama, e estão em saldos, aproveite. Faça campanha com isso quando lhe der um lampejo de génio e processar o tarado do seu ex-marido por clientelismo político e cartelização bancária, (isso sim, é prevaricação) que seria resolvida de forma estupidamente fácil se eu estivesse no seu adorado lugar, a braços com o Economista-chefe. Se preferir poupar-nos, porém, a um desastroso desaire sem precendentes, aborreça-se, peça um desconto ao seu compincha da TAP e parta para a sua terra natal, ou ajude a Mariazinha das Neves na campanha presidencial de São Tomé, vós que sois mui poderosas e virtuosas mulheres...

(Alguém por acaso já reparou que as ministras deste Governo são todas pretas? É que assim vão dar uma de Hitler ou Mussolini e renegar as origens :)

Seja Deus convosco, na unidade do Espírito Santo. Amén. Shal'lom :)